quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Tédio. (Uma das minhas idiotices)

  O tédio é algo comum, porém, entediante. O momento que ele te possui? Bem, geralmente, quando não há nada para fazer, geralmente, não, sempre. Como se livrar dele? Livrando-se, ora. Também não sou nenhum Einstein!
  Bem, você pode escrever, ler, cantar, escrever, dormir, beber café, e por fim, escrever. Quando o tédio é na escola, se prepare antes, acho que um chiclete resolve, mas se seu professor (a) mandar você cuspir, aí, caro leitor...só lamento, hm.
  O tédio pode ser facilmente reconhecido, pessoa com as pálpebras caindo? Sim, isso é tédio. Medo de um pato te observar, ou vigiar? Aí já é "anatidaefobia" (o nome é mesmo esse?), e leitor, é melhor fazer uma visita ao psiquiatra se sofrer disso, bem... vamos fazer algo mais normal.

8 Sintomas do tédio (do MEU tédio)
1 - Escrever um texto idiota (né, Emmanuel?);
2 - Cantarolar;
3- Mastigar (ou mascar) chiclete compulsivamente;
4 - Balançar a perna, ou tremer (já tá virando hiperatividade);
5 - Escrever outro texto idiota;
6 - Desenhar;
7 -Escrever mais um texto idiota;
(E agora o MAIOR sintoma)
8 -"Twittar".
  O "twitter" foi algo mundialmente conhecido como, anti-tédio, quando alguém está entediado, corre para o "twitter" e digita: "Ai que tédio". Ou simplesmente diz o que está fazendo.
   Percebeu que enquanto leu esse texto (informal), todo seu tédio acabou (ou não)?
   Bem, de nada (ou não), agora a melhor definição para o tédio:
"O tédio, é o que a pessoa sente, quando está entediada"

Por Emmanuel C. Corrêa e Castro.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Nothing.

  Ela esticou seu pulso, deixou ele pairando no ar, queria que eu o carimbasse, era incrível, pois sangue à mistura de saliva, causa uma sensação, forte, boa, excitante. No momento em que o vi, por dentro estava enlouquecendo, porém por fora, minhas orbes esverdeadas, apenas vidravam-o. Era uma vontade louca, não tinha como não ceder aos meus impulsos, minha boca se aproximava a cada vez mais, e então, levantei minha cabeça, encarando a garota, seus olhos em um tom de amarelo, possuíam um brilho profundo, aproximei meu rosto cada vez mais, já estava sentindo sua respiração, minha boca estava quase colada ao seus lábios carnudos. Por fim, colei minha boca à sua, selando, assim, um beijo. Sua língua dançava com a minha, enquanto ouvia o barulho dos grilos repentinamente, desci minha boca até seu maxilar, estalando beijos pelo seu pescoço. Eu ouvia seus gemidos, por fim, levei minha boca ao seu pulso, minhas presas afiadas, adentravam-o, misturando saliva e sangue, assim, carimbando-o.
  De uma coisa eu tinha certeza, eu a amava...
 Por Emmanuel C. Corrêa e Castro.